Mostrando postagens com marcador bicicleta. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador bicicleta. Mostrar todas as postagens

19/02/2015

Desculpas

Desculpas


Desculpas Gente por te ficado tantos dias sem posta nada eu fiquei esses dias sem posta nado por que tive ons em previstos .

                                             O Blog



07/01/2015

Regulagem do Câmbio Traseiro

Regulagem do Câmbio Traseiro


Regulagem do Câmbio Traseiro

Câmbio traseiro é um dos componentes da bike que mais trabalha e, por isso, um dos mais sujeitos à perda de regulagem da indexação, principalmente devido ao natural esticamento dos cabos e à compressão dos conduítes. Indexação significa que cada click no trocador corresponde a mudança de uma marcha. O correto funcionamento do câmbio é fundamental para uma pedalada prazerosa, pois ninguém gosta de andar com a bike pulando a marcha e fazendo barulho. Como saber quando o câmbio está desregulado?
As marchas não entram com suavidade, demoram para subir ou descer e precisam de uma "ajuda" com o trocador.
A corrente não assenta corretamente nos pinhões, desta forma a marcha pula e o ritmo da pedalada é quebrado.
Há aquele ruído característico da corrente tentando encaixar: o famoso tléc-tléc-tléc. O Meu câmbio está desregulado.
E agora? Inicialmente, todo o processo de ajuste mostrado aqui considera que o câmbio estava posicionado corretamente e desregulou. Caso tenha ocorrido uma queda com a bike e a partir disso o câmbio começou a apresentar o problema, é possível que a gancheira do câmbio tenha entortado e desalinhado.
Para este reparo indicamos a visita a uma oficina especializada, que possui o ferramental adequado para posicionar a gancheira ou até mesmo fazer a substituição da mesma. Para conferir o alinhamento do câmbio, olhando por trás da bike, as polias devem estar alinhadas entre si e © Leo Himsl Texto e fotos: Equipe Bike Company Câmbio Traseiro Regulagem do 39 perpendicularmente ao chão. Outro sintoma característico do desalinhamento é quando a indexação das marchas funciona corretamente no volante maior e não no menor, ou vice-versa. Agora vamos ao processo de regulagem do câmbio, partindo da seguinte observação: ajuste a marcha para que fique no menor pinhão do cassete. Enquanto pedala a bike, suba uma marcha, depois desça uma. A corrente demora mais para subir ou para descer os pinhões do cassete?
Se demorar mais para subir (o que é o mais comum), é necessário esticar um pouco o cabo de aço. Para isso, gire ¼ de volta do regulador de tensão do cabo no sentido anti-horário: isto deve fazer a corrente subir mais rápido. Verifique o funcionamento das marchas e, caso esteja lento ainda, estique mais um pouco. Se você foi além do que precisava, a corrente vai subir bem, mas a descida vai ficar prejudicada. Para ajustar, volte um pouco o regulador até chegar na afinação correta. Se a demora for na descida é necessário afrouxar o cabo.
Então gire ¼ de volta do regulador no sentido horário, e como fizemos no caso anterior, regule conforme a necessidade até encontrar o melhor ajuste. Alguns câmbios não têm o regulador de tensão do cabo. Neste caso, o ajuste é feito no regulador que fica junto ao trocador de marchas. Para quem usa o sistema Dual Control, da Shimano (câmbios rapid rise), inverta o processo, pois quando esticamos o cabo a marcha desce. Este ajuste de tensão do cabo de aço é o único ajuste que deveria ser feito em um câmbio traseiro instalado adequadamente, e que você mesmo pode fazer. Além deste ajuste, há os parafusos que limitam o movimento do câmbio, que normalmente ficam juntos e possuem uma identificação H ou L, e o parafuso que regula o ângulo do câmbio. Mas estes ajustes devem ser feitos em uma oficina especializada, pois uma regulagem inadequada pode causar um grande dano em sua bicicleta.

Manutenção da Corrente

Manutenção da Corrente

Manutenção da Corrente
Foto: Dreamemsti
A manutenção da corrente da bicicleta é um assunto delicado, pois se trata do componente que transmite a força da sua pedalada para a roda traseira. Como ocorre aplicação de força sobre a corrente, ela se desgasta fácil e pode não funcionar adequadamente.
A aplicação de força sobre a corrente está da seguinte forma relacionada com o giro:
O desgaste varia conforme o clima da região, a proximidade com o mar, o uso na terra ou asfalto, a “delicadeza” nas trocas de marchas, etc.
Você pode verificar o desgaste da corrente em casa, sem a necessidade de ferramentas especiais, embora um medidor de desgaste na mão facilita o serviço. Com uma régua ou trena, em polegadas, faça a medição entre os elos, tendo como referência o pino de ligação do primeiro elo da corrente, e o pino que fica a exatamente 12 polegadas do primeiro.
Se a distância do pino for de até 1/16'' da polegada 12, a corrente ainda está boa. Conforme o desgaste ocorre, essa distância aumenta.
Se a distância do pino for maior que 1/16'' da polegada 12, está na hora de trocar a corrente, mas a transmissão, provavelmente, ainda não está danificada.
Se a distância for maior que 1/8'' da polegada 12, já devia ter ocorrido a troca da corrente. A transmissão começa a ficar comprometida, pois há desgaste dos pinhões e coroas.
Quanto maior a distância, a partir de 1/8'' da polegada 12, maiores os danos para pinhões e coroas. Neste caso, uma corrente nova vai ficar pulando entre as engrenagens, e a solução é trocar todo o conjunto de transmissão.
Verifique o desgaste da corrente, no mínimo, a cada 300 km, ou a cada 2 semanas de uso intenso.


10 dicas para você andar de bicicleta com segurança na cidade

10 dicas para você andar de bicicleta com segurança na cidade

Thinkstock Sobreviver de bike na selva de pedro é desafio sério


Substituir um automóvel pela bicicleta tem uma série de vantagens: é muito mais econômico, saudável e ecológico. A maioria das cidades brasileiras, no entanto, não estão adaptadas aos ciclistas; seja por conta da pouca infra-estrutura específica, seja pela falta de costume dos motoristas.

Para quem está prestes a completar 18 anos e pensa seriamente na possibilidade de aderir ao crescente movimento de ciclistas urbanos, um aviso: fique sempre atento ao trânsito. Conversamos com o diretor da Ciclocidade, associação de ciclistas urbanos de São Paulo, Matias Mickenhagen, e preparamos algumas dicas para quem vai dar as primeiras pedaladas pela selva de pedra
1 – Evite andar colado à calçada. “É importante tomar a pista, ou seja, ocupar pelo menos um terço dela”, explica Mickenhagen. A ideia é que o carro tenha sempre que sair da pista em que está para que possa fazer a ultrapassagem. Segundo o especialista, esta é uma das principais causas de acidentes envolvendo ciclistas.
Thinkstock
Ao pedalar na chuva, capa é essencial
2 – Evite andar na contramão. Algumas pessoas têm a impressão de que andar na direção contrária dos carros é mais seguro, por conta da melhor visibilidade em relação aos automóveis. Segundo Mickenhagen, no entanto, esta é uma impressão errônea: “é muito mais perigoso, pois a velocidade relativa dos carros em relação a você está muito maior. As chances de acidentes graves são grandes”.
3 – Comunique-se sempre com os outros veículos. “Use gestos que expliquem o que você está prestes a fazer”, conta Mickenhagen. É importante olhar para os outros integrantes do trânsito para ter certeza de que eles entenderam o recado.
4 – Redobre a atenção na hora de cruzar uma ponte. Segundo o especialista, esta é uma das situações mais perigosas que um ciclista pode enfrentar, por isso ele dá a dica: “A diferença de velocidade (entre a bicicleta e o carro) é muito grande. Aumente a velocidade, tome a pista e sinalize bem. Ele ainda acrescenta: “depois que                                                                                       você conseguiu atravessar uma ponte, você pode                                                                                     ficar mais tranquilo.
5 – Planeje o trajeto. Provavelmente, os lugares para os quais você irá serão sempre os mesmos. Neste sentido, vale pesquisar qual a melhor opção para uma bicicleta. “opte por caminhos mais tranquilos, ou que tenham uma descida, isso facilita muito a vida”, garante Matias Mickenhagen.
6 – Fique sempre visível. Roupas claras sempre ajudam e, à noite, atenção redobrada. “Use luzes e refletores para que você seja visto pelos outros”, explica o especialista.
7 – Encontre uma bicicleta que se adapte às suas necessidades. Existem uma série de opções no mercado, vale fazer uma boa pesquisa antes e conversar com ciclistas mais experientes antes de completar a aquisição.
8 – Paralamas são importantes para dias chuvosos – capa de chuva também! O acessório evite que a água rebata em você, mas sair ileso é impossível. “Leve uma muda de roupas secas na mochila, você vai precisar”, aconselha o ciclista.
9 – Comece por trajetos simples . Não adianta querer cruzar a cidade nos primeiros dias de bicicleta. “Com mais experiência, pode partir para trajetos maiores”, diz Matias Mickenhagen.
10 – Seja gentil no trânsito, violência não ajuda em nada. “É importante sair do ciclo vicioso de reagir com violência às outras pessoas. Tem que manter sempre o respeito mútuo”, explica o diretor da Ciclocidade.

Fonte: Jovem

Todos os direitos reservados 2015 - 2016. Copyright PICKER

Powered By Blogger | Published By Gooyaabi Templates Designed By : BloggerMotion

Top