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05/06/2015

Limpe o carro após passar em alagamento corretamente

Limpe o carro após passar em alagamento corretamente

Com a chegada do verão e das fortes chuvas que atingem as grandes cidades brasileiras, os alagamentos são comuns e causam muitos prejuízos aos motoristas. Cenas de carros submersos, atravessando bolsões d’água não são raras. Após transitar ou ter o carro invadido pela água, é preciso fazer uma limpeza geral no veículo.

Diante disso, elaboramos um passo a passo com Marcos Canedo, proprietário da Carwash Service, empresa especializada em lavagem automotiva, para auxiliar a limpeza do veículo, caso não seja possível ir até um especialista. Tomando estas medidas, evita-se que a ferrugem tome conta do assoalho e dificulte a identificação do número do chassis durante uma vistoria, por exemplo.
Após transitar ou ter o carro invadido pela água, é preciso fazer uma limpeza geral no veículo Foto: Shutterstock

1- Desmonte toda a parte interna, inclusive os bancos                                                         2- Remova o carpete e efetue uma limpeza com produtos de combate a bactérias, mofo e germes                                                                                                                                       3- Remova todo o feltro antirruído do veiculo e jogue fora. Após molhar o feltro perde parte de sua capacidade e se torna inútil                                                                                           4- Após a retirada dos carpetes e feltros, lave todo o assoalho com shampoo biodegradável 5- Seque todo o assoalho                                                                                                 6- Cubra-o novamente com um novo feltro antirruído, que é encontrado facilmente em lojas especializadas em produtos automotivos                                                                           7- Monte todo o interior do veículo, ficando atento ao fixação correta das peças
Fonte: http://economia.terra.com.br/

19/02/2015

Desculpas

Desculpas


Desculpas Gente por te ficado tantos dias sem posta nada eu fiquei esses dias sem posta nado por que tive ons em previstos .

                                             O Blog



07/01/2015

Verdades ou Mentiras

Verdades ou Mentiras




O pé esquerdo deve ficar apoiado na embreagem.

Mentira: Além de ser prejudicial ao sistema de embreagem, você pode quebrar seu salto. Aperte o pedal de embreagem somente durante as trocas de marchas. Assim sua embreagem dura mais e você economiza para satisfazer seus caprichos femininos.
É melhor segurar o carro na embreagem nas subidas.
Mentira: Assim você força o disco de embreagem e sente aquele cheiro horrível de queimado. Com certeza existem perfumes melhores. Quando a subida for muito íngreme, use o freio de mão e economize esforço.
Devo verificar o óleo semanalmente.
Verdade: Imagine sua pele sem hidratante. É assim que o motor fica quando está sem óleo. Uma vez por semana, verifique o nível do óleo e garanta seu motor rodando macio.
Não há problema em apoiar a mão na manopla do câmbio.
Mentira: Uma mulher inteligente dirige sempre com as duas mãos ao volante, além de mais seguro, evita o desgaste de várias peças do câmbio.
É melhor passar com uma roda de cada vez na lombada.
Mentira: De jeito nenhum. Seu carro não é siri para andar de lado. Lombada, valeta e quebra-molas devem ser encarados de frente. Você evita a torção da carroceria e aqueles barulhinhos irritantes que podem surgir.
Quando o carro não ligar, o certo é empurrar para ele “pegar no tranco”.
Mentira: Imagine você dormindo aqueles 5 minutinhos a mais e alguém lhe empurrando da cama. Se seu carro não quer pegar, ele tem algum problema. Se for a bateria, providencie um cabo e ligue em outra bateria com carga. Esse procedimento é vulgarmente chamado de “chupeta”.
Nas decidas, devo manter o carro sempre engatado.
Verdade: Aqui você mostra que é inteligente. Com o carro engatado, você economiza combustível e tem muito mais controle sobre o carro. Soltar o carro na banguela é coisa de gente antiga e que gosta de esbanjar combustível.
Na hora de estacionar, devo encostar o pneu no meio-fio.
Mentira: Encostar o pneu no meio-fio é o mesmo que raspar seu sapato novo no degrau da escada. Isso deixa o pneu feio e pode causar bolhas.
Devo passar nos buracos acelerando.
Mentira: Buracos são irritantes. Quando não for possível desviar, não acelere e não pise bruscamente no freio. Mostre sua calma, diminua a velocidade sem travar as rodas e, na hora de “cair” no buraco, tire o pé do freio. O carro em movimento absorve melhor o impacto e você continua seu caminho.
Depois de dar marcha à ré, é mais prático engatar a primeira e acelerar em vez de frear.
Mentira: Mais uma coisa de homem afobado e exibido. Você é uma mulher segura e decidida, por isso, depois de dar marcha à ré, você para o carro, engata a primeira e sai suavemente esbanjando charme e elegância.
Não devo virar o volante com o carro desligado.
Verdade: Você não precisa nem deve fazer força à toa. Mesmo com o motor funcionando, não deixe o volante totalmente virado por mais de 15 segundos. Além de fazer um barulho muito chato, isso pode estragar a bomba da direção hidráulica.
Nunca devo atravessar um trecho alagado quando a água estiver acima dos faróis.
Verdade: Além de estragar a “chapinha” de seu cabelo, muita água também estraga seu carro.
Antes de desligar o carro, devo acelerar forte.
Mentira: Acelerar é para o carro andar, não para desligar. Isso é coisa de homem que quer chamar a atenção e estraga o catalisador. Você conhece maneiras mais sutis e delicadas de ser notada.

Imagem: internet
Fonte: dokarveiculos.com

Dicas e procedimentos de manutenção preventiva em veículos equipados com ar-condicionado

Dicas e procedimentos de manutenção preventiva em veículos equipados com ar-condicionado







O acessório ganhou popularidade a partir dos anos 90 e exige alguns macetes, desde a utilização até o momento da reparação
Devido o sistema de ar-condicionado ser um item de conforto a que grande parte dos brasileiros pode ter acesso somente na última década, é comum encontrar um veículo que o possui, mas que não apresenta funcionamento satisfatório. Os problemas mais comuns são relacionados a não utilização por parte do condutor. No passado era comum se deparar com um Opala, Monza, Santana, Verona, entre outros modelos, desprovidos da correia que acionava o compressor. Havia um mito de que sem a correia o veículo ficaria mais econômico e isso não é verdade, visto a resistência à rolagem da polia ser quase nula.


Painel educativo que ilustra todo o ciclo de arrefecimento do ar em um sistema condicionador automotivo

Apenas quando o interruptor localizado no painel é acionado pelo condutor (ar-condicionado ligado), a força magnética atraca a parte interna (eixo do compressor) com a polia externa “louca”. É somente nesta condição que há aumento no consumo de combustível, visto a resistência à rolagem roubar cerca de dez por cento de potência do motor em média.

Para nossa sorte hoje não é mais possível repetir este erro, devido à evolução da correia dos acessórios, conhecida atualmente como poli-v, que através de uma unidade, comanda diversos atuadores como, por exemplo, bomba d’água, direção hidráulica, compressor (supercharger), entre outros.

Portanto é aconselhável que o ar-condicionado funcione por pelo menos, dez minutos a cada semana. Este cuidado garante que o gás circule, os componentes se lubrifiquem, e o conjunto exerça a função de maneira plena. É importante que o reparador oriente o cliente a ficar atento quanto aos períodos de não utilização.

Com a orientação do instrutor técnico Fernando Landulfo, da escola Senai Conde José Vicente de Azevedo, localizada no bairro do Ipiranga, em São Paulo, transmitiremos algumas dicas de manutenção do sistema.

Carga de gás
Ao efetuar a carga do gás refrigerante é imperativa a aplicação de vácuo, a fim de retirar toda a umidade interna do sistema (compressor, tubulação, condensador, evaporador etc). A substituição preventiva do filtro secador também é aconselhada. Caso existam resquícios de umidade, esta reagirá com o lubrificante, ocasionando oxidação nos componentes internos. É como se compararmos a um veículo que circula apenas com água no sistema de arrefecimento, sem adição de aditivo.
Cada veículo possui características e necessidades distintas quanto à carga. Neste caso, o manual de manutenção deverá ser consultado.

Limpeza do sistema
Infelizmente ainda é comum a utilização de peças usadas, principalmente ao ser tratar de um veículo de luxo, que sofreu uma colisão frontal e está sem seguro, por exemplo. Os preços de algumas peças como condensador, compressor e tubulações frontais muitas vezes tornam a compra por componentes novos, genuínos, na concessionária, inacessíveis. Como há um vasto mercado paralelo de peças usadas, quando alguma for aplicada deverá estar impecavelmente em boas condições e, principalmente, limpa.

O compressor atua sobre o gás refrigerante, ocasionando aumento da temperatura 

Lubrificante
Semelhante a um motor a combustão, o compressor necessita de lubrificante específico. É importante verificar a compatibilidade deste com o gás refrigerante para eliminar o risco de reação. A reação comprometerá a vida útil e a performance de funcionamento.

O gás em alta temperatura passa pelo pressostato, que controla a pressão interna e auxilia o chaveamento da alimentação ao compressor 



Medições
Cada veículo e fabricante do sistema de ar-condicionado recomendam procedimentos específicos quanto à medição da pressão interna, temperatura e pressão, entre outros. Portanto o manual de operações deverá ser consultado.

O gás percorre os dutos internos do condensador, saindo na forma líquida

Gás refrigerante R12 e R134a
O gás R12 teve a comercialização vetada em todo o mundo devido à sua composição atacar a camada de ozônio quando liberado na atmosfera. Grande parte dos veículos produzidos até a década de 90 o utilizava, portanto foi necessário criar outra opção que fosse ecologicamente correta.

De acordo com o instrutor técnico Fernando Landulfo, é possível substituir o R12 pelo R134a desde que algumas regras sejam respeitadas. Dentre elas podemos citar a limpeza interna completa do sistema, substituição do filtro secador (que fica impregnado com o lubrificante antigo de base mineral), posterior medição das pressões e temperaturas de trabalho, aferição da temperatura nos dutos de saída no painel, entre outros. A empresa Dupont oferece uma família específica de gás refrigerante denominada Isceon Tm 9 Series, apta à substituição. Vale lembrar que o lubrificante utilizado em união com o R134a é de base sintética.

O líquido passa pelo filtro secador, para retirada da umidade interna. A próxima passagem é pela válvula de expansão, que transforma o líquido de média temperatura para o gás

 Filtro antipólen
Os veículos mais antigos eram desprovidos deste importante equipamento, porém é possível encontrar modelos para adaptação em lojas especializadas. Como exemplo, podemos citar o Ford Fiesta 2003, que participou da matéria Avaliação do Reparador em fevereiro deste ano, o qual não possuía o filtro, porém era equipado com ar-condicionado. O filtro torna-se um importante aliado da saúde, com função de reter ácaros, fuligem e particulados nocivos.


O gás a baixa temperatura percorre os dutos internos do evaporador, localizado dentro do painel do veículo. Ele remove a umidade do ar que o transpassa, diminuindo a temperatura


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